Artículos que ha publicado Estado de Sao Paulo.

A comissão escalada

13/05/12

“A própria criação do organismo, por meio de lei aprovada em outubro do ano passado, obedeceu à preocupação do Planalto de conciliar a apuração das violações dos direitos humanos sob o regime militar com a garantia de que os fatos eventualmente esclarecidos representarão o fim de uma trajetória – e não o ponto de partida para um acerto de contas com os perpetradores que vierem a ser identificados”. (Editorial de Estado de Sao Paulo)

O BC domesticado

09/05/12

Tendo assumido o governo em condições muito mais favoráveis, a presidente Dilma Rousseff tinha menos motivos que seu antecessor para respeitar a autonomia de fato do BC e para refrear o próprio voluntarismo. O resultado é um perigoso e indisfarçável retrocesso na gestão da política monetária. (O Estado de Sao Paulo. Brasil)

El estimulo a las inversiones no depende sólo del Gobierno

04/04/12

“El gobierno prepara medidas para socorrer la industria y, fundamentalmente, estimular las inversiones privadas… la decisión de invertir depende de tres condiciones básicas, que necesitan ser analizadas dentro de la coyuntura actual: existencia de un mercado; rentabilidad de la inversión; y financiación a un coste aceptable”. (O Estado de S. Paulo. Brasil)

Grandes metas para 2012

02/01/12

“La presidente Dilma Rousseff entra en 2012 con una agenda más ambiciosa que la del primer año de gobierno. Su meta es un crecimiento económico entre el 4% y el 5%, combinado con una inflación más cercana al centro de la meta, 4,5%. Pero otra vez, el aumento del Producto Interno Bruto (PIB) dependerá del mercado interno, por que el resultado de las transacciones de bienes y servicios con el exterior continuará negativo”. (Editorial de O Estado de Sao Paulo. Brasil)

Dilma: bien en la foto, mal en la foto

12/12/11

“El gobierno aumentó su influencia sobre la formulación de la política monetaria, reduciendo el margen de maniobra del Banco Central. A pesar de haber mucho bla bla con la pretensión de disciplina fiscal, se ha continuado con la “estrategia” de aumentar la carga tributaria para financiar gastos, frecuentemente al margen de la contabilidad pública convencional”. (O Estado de Sao Paulo)

El ministro tiene que salir

19/10/11

La indulgencia del gobierno de Lula con la bribonada transformó una colaboración en principio saludable en una ganzúa. Sin embargo, hasta ahora nadie había acusado a un ministro de recibir dinero de una asociación de promoción social. (O Estado de Sao Paulo)

Segunda chance para começo de governo Dilma

08/06/11

“Agora, substituiu Palocci por Gleisi Hoffmann, que é mulher do ministro Paulo Bernardo. A nova ministra foi porta-voz da insatisfação da bancada com Palocci e chegou a desafiar a autoridade de Lula, que baixara em Brasília em plena crise para pedir unidade do partido em prol do então titular da Casa Civil”. (O Estado de Sao Paulo. Brasil)

Primera prueba para Dilma

17/02/11

“…La decisión del Congreso es fundamental para el ajuste fiscal, porque según los cálculos del Ministerio de Hacienda, cada Real que se agregue al mínimo representa un costo adicional de 300 millones de Reales por año en el Presupuesto de la Nación. Para el valor propuesto, el gobierno considera suficientes los recortes ya anunciados. Si el Congreso aprueba un valor mayor, el gobierno tendrá que hacer más recortes o buscar fuentes de ingresos para pagar los nuevos gastos”. (O Estado de Sao Paulo, Brasil)

Primeiro teste para Dilma

16/02/11

Com a votação pela Câmara dos Deputados, prevista para hoje, do projeto de lei fixando em R$ 545 o valor do salário mínimo para 2011, decide-se uma questão crucial para o equilíbrio das contas públicas e para a credibilidade do ajuste fiscal anunciado na semana passada pelo governo Dilma, baseado no corte de gastos de R$ 50 bilhões. A aprovação[...]

O BC age no câmbio

08/01/11

“… Ainda este mês o BC poderá decidir um novo aumento dos juros para combater a inflação. Se o fizer, tornará os papéis brasileiros mais atrativos para quem dispõe de dólares para aplicar no País – especialmente se o Fed continuar emitindo dezenas de bilhões por mês. Enfrentar todos esses desafios será muito complicado, se o combate à inflação continuar dependendo só do BC. O novo governo prometeu um aperto fiscal para complementar a política monetária. Mais do que nunca, é preciso cortar gastos e seguir esse caminho”. (Editorial de Estado de Sao Paulo. Brasil)


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